SKEG Insights

Crédito B2B sem ruído.

Análises curtas, técnicas e aplicáveis sobre risco, limite, prazo, carteira, garantias e capital. Conteúdo para quem precisa decidir antes de vender.

SKEG Insights · Fundamentos
Leitura recomendada

Como estruturar uma análise de crédito B2B.

Uma boa decisão não nasce de uma consulta isolada. Ela combina capacidade de pagamento, estrutura financeira, comportamento, concentração, setor e qualidade da informação.

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Fundamentos

Primeiro, defina a exposição.

O que determina risco antes da inadimplência.

Limite de crédito não é faturamento potencial

Capacidade de compra, capacidade de pagamento e exposição aceitável são conceitos distintos.

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Prazo é risco: 30, 60 e 90 dias não são equivalentes

O prazo altera a duração da exposição e o estoque simultâneo de recebíveis.

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Como estruturar uma análise de crédito B2B

Os blocos que transformam dados cadastrais e financeiros em uma decisão operacional.

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Monitoramento

O risco muda depois da aprovação.

Gatilhos para agir antes do atraso.

O rating de ontem não protege a venda de amanhã

Por que análise recorrente e gatilhos objetivos são parte do processo de crédito.

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Sinais que antecedem a inadimplência empresarial

Atrasos pequenos, uso excessivo de limite e mudanças de comportamento podem aparecer antes da ruptura.

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Política de crédito: como transformar análise em regra operacional

Critérios, alçadas e exceções reduzem decisões contraditórias dentro da mesma empresa.

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Carteira

Risco individual não é risco consolidado.

A soma pode ser mais frágil que as partes.

Concentração de carteira: o risco que cresce sem aparecer

Clientes bons também podem representar risco excessivo quando ocupam parcela desproporcional da carteira.

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Garantias reduzem risco, mas não substituem análise

Garantia boa melhora recuperação esperada; não corrige capacidade de pagamento insuficiente.

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Capital de giro do cliente e risco do fornecedor

Prazo concedido é financiamento comercial e pode financiar desequilíbrios que o vendedor não enxerga.

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Capital

Depois da análise, vem a decisão de carregar ou transferir risco.

Estrutura financeira também é gestão de crédito.

Transferência de risco em recebíveis: quando faz sentido

Transferir parte da exposição pode reduzir concentração e liberar capacidade para novas vendas.

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